Conheça todas as respostas às questões mais frequentes sobre o Mercado de Valores Mobiliários

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O investidor transmite a sua ordem de compra ou venda de acções para a sociedade correctora ou distribuidora da qual é cliente – e na qual está previamente registado. Esta sociedade, por meio dos seus operadores, envia a ordem para o sistema electrónico de negociação da Bolsa; caso haja uma outra oferta com o mesmo valor, no sentido contrário, o negócio é fechado em tempo real. Existem em permanência operadores a transmitir para o sistema intenções de compra e intenções de venda por parte dos investidores por si representados.

A BOLSA DE DÍVIDA E VALORES DE ANGOLA – SGMR, S.A. (BODIVA) é uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos cuja função principal é a gestão de mercados regulamentados.

A Comissão do Mercado de Capitais – também conhecida pelas iniciais CMC – foi criada com a missão de dotar Angola de Mercados de Valores Mobiliários e Instrumentos Derivados, cabendo-lhe também regular, supervisionar e fiscalizar esses mesmos mercados e a actividade de todos os agentes que neles actuarem, assegurando que sejam eficientes, protejam os investidores e garantam a legítima confiança de todos os participantes, em linha com os princípios preconizados pela OICV-IOSCO (Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliários). A Comissão do Mercado de Capitais (CMC) é uma pessoa colectiva de direito público, com património próprio e autonomia administrativa e financeira. A CMC está sujeita à superintendência do Presidente da Republica e à tutela do Ministro das Finanças, exclusivamente nos termos do disposto no seu Estatuto Orgânico e na legislação aplicável. A exemplo de todas as instituições do Estado, a CMC presta contas das suas actividades, anualmente, ao Tribunal de Contas.

Sistema organizado e estruturado que permite a captação de recursos financeiros (poupança) dos aforradores com intuito de financiamento de projectos de longo prazo. O mercado de capitais permite o fluxo de capitais excedentários para os agentes deficitários, com a finalidade de investimento produtivo, cria condições de incentivo à formação da poupança e direcciona-a para as melhores alternativas existentes.

Um investidor é toda e qualquer entidade (singular ou colectiva) que aplica o seu capital em valores mobiliários, utilizando-os como veículos de investimento que transportam e valorizam as suas poupanças para o futuro. O seu acesso ao Mercado de Capitais é feito com o apoio de Agentes de Intermediação.

Local físico ou virtual onde se negoceiam valores mobiliários e instrumentos financeiros derivados. Aí se procede, por via de intermediários financeiros, à compra e venda de valores mobiliários emitidos por empresas ou outras entidades. A Bolsa de valor assume, igualmente, a responsabilidade pela divulgação dos resultados das transacções diárias efectuadas por intermédio de canais de comunicação massiva. É nada mais, nada menos do que um mercado organizado e regulamentado, também conhecido por mercado secundário.

É uma forma de sociedade comercial, devidamente autorizada, que tem como objecto principal a actividade de colocação, recepção e transmissão de ordens de compra ou de venda de valores mobiliários nas bolsas de valores, sempre por conta de outrem. Ela é um intermediário financeiro não-bancário, ligado directamente às bolsas.​​​

As Acções são valores mobiliários que representam participações no capital social de empresas. Quem aplica o seu dinheiro em Acções está a adquirir uma parte de uma empresa. Os accionistas são assim co-proprietários de uma empresa. As Acções admitidas à cotação na Bolsa de Valores são livremente transmissíveis.

Os Agentes de intermediação, também denominados intermediários financeiros, são as instituições financeiras autorizadas a exercer serviços e actividades de investimento em Valores Mobiliários em Angola e que se encontrem registadas junto da Comissão do Mercado de Capitais. Apoiam os emitentes nas ofertas de Valores Mobiliários e colocam na Bolsa de Valores as ordens (de compra e venda) dos investidores. São Agentes de Intermediação os bancos, as correctoras, as distribuidoras de valores mobiliários e as sociedades gestoras de organismos de investimento colectivo.

São instrumentos financeiros cujo valor deriva de outro activo ou instrumento financeiro (activo subjacente). São instrumentos financeiros derivados, entre outros, os contratos de futuros, os contratos forwards, os contratos de opções e os contratos diferenciais.

​Os Organismos de Investimento Colectivo (OIC) poderão ter a forma de Fundos de Investimento ou Sociedades de Investimento. Têm como objectivo a captação das poupanças de um número indeterminado de pequenos investidores (também chamados investidores de retalho) e a sua canalização para a economia. Os OIC proporcionam o acesso de investidores com recursos limitados a investimentos de grande dimensão, diversificando o risco e potenciando grandes rentabilidades.​​

Valores mobiliários são direitos representados por títulos emitidos por empresas ou outras entidades, podendo ser comprados e vendidos, nomeadamente em mercados regulamentados (mais conhecidos como Bolsas de Valores), desde que aí tenham sido previamente admitidos à negociação. Os títulos que representam os valores mobiliários podem ser em papel (valores mobiliários titulados, cada vez menos frequentes) ou registos informáticos semelhantes aos registos de dinheiro nas contas de depósito à ordem junto dos bancos (valores mobiliários escriturais).

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